Humanitária.
Este curso tem como principal objectivo, a formação de recrutas (Aspirantes) nesta área, havendo a possibilidade de poder ser frequentado por elementos deste corpo de Bombeiros que necessitem de reciclagem; Bombeiros que tenham tirado o curso à pelo menos 3 anos.
Relembramos que este curso, bem como o de S.D. (Salvamento e Desencarceramento) são requisitos obrigatórios para poder ser Bombeiro, ou para poder prosseguir na carreira.

Esta formação, sobre diversos temas e que se vai prolongar por mais 2 meses, serve essencialmente para a preparação dos Bombeiros para os exames de promoção que se vão realizar em Maio e Junho, mediante o posto para que são propostos.
O tema que o 2° CODIS (Comandante DIStrital) Seara Pires, se propõe em vir aqui falar, será topografia, leitura de cartas, mapas e orientação.
Por esse motivo, todos os Bombeiros interessados em recolher mais algum conhecimento e tirar dúvidas sobre esta matéria, devem comparecer devidamente fardados pelas 21 horas, no quartel dos Bombeiros da cidade.
mente autorizada pelas autoridades competentes, depois de solicitada por um habitante do nosso concelho que precisa de ‘limpar’ um terreno de mato; para testar grande parte do material que vai ser utilizado este ano, bem como relembrar as metodologias de abordagem, ataque e normas de segurança a utilizar nos combates aos incêndios. Vamos aproveitar também, para estudar o comportamento do fogo com as actuais condições atmosféricas e condições do combustível existente, para que se possa fazer uma avaliação do risco para esta altura do ano.
Relembramos aos nossos leitores, que, as queimadas são permitidas até dia 15 de Maio, devidamente autorizadas pela Câmara Municipal, vistoriadas pelo Comandante do Corpo de Bombeiros, que dá parecer vinculativo e comunicadas à Guarda Nacional Republicana. Estas devem ser sempre realizadas por elementos profissionais (Bombeiros ou Sapadores Florestais) e fiscalizadas pelo Comandante ou responsável por si nomeado.
O presidente da Liga de Bombeiros Portugueses (LBP) disse que recusa os
novos tarifários propostos pelo Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) para subsidiar os transportes de urgência realizados pelas ambulâncias das corporações.
Em declarações à agência Lusa, Duarte Caldeira diz que concorda com o protocolo que vai assinar com o INEM e com a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), mas discorda do tarifário anexo, que, garante, não significa qualquer aumento para os bombeiros.
A comparação entre a nova tabela e a antiga, a vigorar há pelo menos seis anos, indica aumentos sempre inferiores a cinco por cento.
Como a maioria dos serviços de emergência implica deslocações curtas, os aumentos por cada um são na casa dos 20 e 30 cêntimos, nunca ultrapassado um euro se forem inferiores
Os bombeiros com ambulâncias preparadas para serviços de emergência recebem trimestralmente um subsídio de 3.242 euros, valor que não irá sofrer qualquer actualização. Duarte Caldeira realça o facto de as 37 ambulâncias geridas directamente pelo INEM terem, segundo garante, um orçamento mensal para vencimentos para a tripulação de 9.350 euros cada uma, o que dá uma verba diária de 311 euros, «mesmo que estejam paradas».
Com os valores pagos aos bombeiros, cada ambulância dispõe, de uma quantia de 36 euros/dia, contrapõe o presidente da estrutura representativa dos bombeiros portugueses. «Ou o INEM considera que os bombeiros são uns desqualificados ou está a usá-los como mão-de-obra», acusa Duarte Caldeira.
Perante este cenário, o responsável da LBP diz que vai exigir ao INEM o retomar das negociações para acordar os valores dos subsídios com que diz discordar.
Aumento pequeno
O aumento dos subsídios vai ser inferior a cinco por cento, de acordo com uma tabela que vai esta terça-feira acordada.
Comparando a tabela antiga com a que vai vigorar, e a que a agência Lusa teve acesso, o aumento máximo registado é de 4,5 por cento e refere-se a saídas de emergência (ida e volta) onde uma ambulância percorra entre 99 e
Agora são pagos à corporação de bombeiros 54,1 euros, que sobem para 56,7 com o novo acordo, segundo as tabelas que vão vigorar.
A saída mais curta, entre zero a
A nova tabela passa a incluir mais quatro escalões: deslocações entre os 126 e os
Esta diferença, segundo um especialista contactado pela Lusa, é um incremente para que as corporações tenham tripulantes de ambulâncias treinados para o socorro de emergência.




















