domingo, 27 de fevereiro de 2011

Bombeiros Vão Protestar na Rua

As Associações Humanitárias de Bombeiros Voluntários decidiram ontem avançar para protestos, caso o entendimento com o Governo, na questão do transporte de doentes não urgentes, não seja possível. A decisão foi votada e aprovada por unanimidade, na Figueira da Foz, no Congresso Extraordinário da Liga dos Bombeiros.

"Aprovámos um conjunto de medidas, que serão alternativas, no caso de não haver entendimento no diálogo com o Governo. Se o acordo com a tutela não for possível, se nada do que achamos essencial tiver acolhimento, teremos de partir para formas de expressão pública que sempre tentámos evitar.

Perspectivámos uma de duas coisas: ou fazemos um protesto público em Lisboa, com a participação de todas as federações distritais do País ou, em alternativa, fazemos um protesto público, no mesmo dia e à mesma hora, nas capitais do distrito", referiu Duarte Caldeira, presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses. Em aberto está também a possibilidade de avançarem com uma providência cautelar.

"As negociações com o Governo não estão num impasse. Queremos acreditar que existe disponibilidade no Ministério da Saúde para corrigir de forma efectiva o despacho", explicou Duarte Caldeira. A contra-proposta ao despacho do Governo será apresentada amanhã e procura salvaguardar três questões fundamentais: "Garantir o transporte a todos os cidadãos doentes; que os transportes de doentes sejam feitos por ambulância homologada; um preçário único e vinculativo para todos os serviços da rede nacional de saúde, estabelecido e obrigatório quer para os estabelecimentos de saúde quer para os bombeiros", destacou o responsável.

Em causa está um despacho do Ministério da Saúde que obriga que o transporte de doentes não urgentes tenha de obedecer a dois requisitos: a prescrição clínica e insuficiência económica. Uma medida considerada pelos bombeiros de "anti-social e injustificada". Nas últimas semanas, têm sido várias corporações a denunciar problemas económicos.

IGAI EXIGE A DEMISSÃO DE GIL MARTINS

A Inspecção-Geral da Administração Interna (IGAI) defende a demissão de Gil Martins, comandante operacional do Comando Nacional de Operações e Socorro, da Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC). Segundo a TVI, os inspectores concluíram que Gil Martins desviou cerca de 137 mil euros, entre 2007 e 2008. As conclusões do relatório, segundo a TVI, dizem que Gil Martins contou com a colaboração do seu motorista. O CM tentou ontem falar com Gil Martins. Fonte da ANPC informou que Gil Martins não faz comentários.

Fonte:CM

Também temos direito a uma Ambulância de Socorro

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Bombeiros em Portugal, os eternos ricos pedintes.


Portugal no seu profundo, país de rica cultura e tradição, recheado de bons e grandes valores humanistas, sensível no injusto mas deturpado na justiça, iludido pelos pensadores e levado pela crítica social, saqueado pelos responsáveis e irresponsável nas decisões… Este é um retrato mais negro do país onde vivemos, onde estamos inseridos. Segundo relatos emanados pelas altas entidades governativas, Portugal encontra-se em crise profunda, deprimido e amedrontado, obrigando o grande recheio humano e estrutural deste país a precaver-se nas despesas e a cortar nos orçamentos de toda a espécie como de uma bainha de um fato de gala se tratasse. 

Ainda hoje, como terapêutica pouco recomendada para sarar chagas profundas, o instituto do emprego e formação profissional relatou um novo aumento do desemprego para a barreira dos 11,1%, colocando mais uma dose depressiva nas hostes da sociedade civil e obrigando os novos e antigos desempregados a uma imersão de grande profundidade. 
Como parte integrante e base estrutural da sociedade, os Bombeiros em Portugal, pelo menos a sua maioria, vivem um dilema baseado nas decisões, na sua identidade e incerteza do futuro, comprometido com a instabilidade dos pilares económicos, que podem e vão abalar com todas as estruturas sociais. Iremos continuar a ser os ricos pedintes…

Os Ministérios; os Municípios 

As reformas actualmente impostas pelo ministério da saúde, baseadas na sua limitação orçamental, podem ter como primeira vítima os Corpos de Bombeiros que, como é do conhecimento geral, são financiados em grande parte pelos transportes de doentes não urgentes, alimentando com isso centenas de empregos nos Corpos de Bombeiros que vai desde o motorista assalariado ao operador de central. “O esforço é enorme”, queixam-se os dirigentes das Associações que se vêem obrigados a esforços redobrados para alimentar o funcionamento da estrutura e saldar os negativos mensais inerentes ao normal exercício das missões consignadas. A contínua preocupação em encerrar os “malfadados” SAPs que tanta despesa acarretam, obrigou a uma nova estratégia não menos estranha aos olhos de muitos críticos que por diversas vezes já vieram a público satirizar a iniciativa, tudo porque o sistema integrado de emergência médica, onde também está incluída a sociedade civil, se viu obrigada a colmatar as lacunas da táctica, criando em pontos político/estratégico os denominados de SUBs e dotar o INEM de mais meios diferenciados, principalmente no Portugal mais profundo. Se por um lado se pode enaltecer a iniciativa, por outro goraram-se as expectativas criadas e constata-se que afinal se tem de levar à letra a palavra de baptismo Básico – Serviço de Urgência Básico; Suporte Básico de Vida – onde se praticam acções de suporte Básico de vida, análogo do que qualquer Técnico de Socorro ou Técnico de Ambulância de Transporte fazem. Depois da atribuição das responsabilidades pré-hospitalares ao INEM, verificou-se um acréscimo de qualidade no serviço prestado, independentemente das críticas recentemente trazidas a publico pelo tribunal de contas. Incompreensível é, na minha óptica, que as ambulâncias de socorro somente sejam atribuídas às Associações que tenham elementos formados em técnicas por eles ministradas e reconhecidas, descorando todos os outros que também praticam socorro e que no fundo são tão básicos como os básicos que tripulam as SBV. Tenham pena meus amigos, de todos aqueles que, por viverem num concelho sem elementos formados em técnicas de socorrismo capaz de tripular uma ambulância nova, tenham de ser socorridos por elementos formados em “técnicas de socorrismo”… por uma ambulância velha… Neste aspecto, continuamente a ser uns ricos pedintes.

O ministério da educação, antevendo um cenário de estrangulamento, responsabilizou os municípios a efectuarem participação activa nas despesas com a educação, incluindo nesse lote os transportes, alimentação, entre outros, o que de certa forma veio apertar os cordões das bolsas endividadas da maioria dos mesmos, servindo esse actualmente como mais um motivo de desculpa para desorçamentar os magros subsídios atribuídos às associações de Bombeiros, desguarnecendo irresponsavelmente as protecções civis municipais na sua essência e por vezes até, passar a ideia que os responsáveis pelas lacunas de material operacional nos cenários de ocorrência são os Bombeiros e as respectivas Associações. Sobre esta situação o problema não é geral, pois acredito que a maioria dos municípios tem comparticipação económica activa nos Corpos de Bombeiros, mas a meu ver, continua a ser inconcebível e até inoportuno ouvir a sociedade civil dizer que os Bombeiros daqui ou dali não tem ou não tinham material para esta ou aquela situação e que por isso aconteceu semelhante tragédia. Durante muitos anos, prevalecendo até aos dias de hoje em locais onde ainda se vive numa política de idade média, as associações de Bombeiros serviram interesses pessoais e privados, sendo até palcos onde figuras publicas se gladiavam com edilidades, criando climas de instabilidade onde quem saía sempre a perder eram os ignóbeis voluntários e consequentemente quem deles necessitava. No meu concelho actualmente não é assim, não pode ser assim e esta nas mãos dos homens livres inverter semelhantes situações, obrigando os empossados a assumir os seus papéis e a cumprir com as sujeições para que foram eleitos. Com todos estes motes pergunto, porque não vamos responsabilizar os municípios pelas deficiências operacionais nos seus concelhos, remetendo para tal os pedidos à soberania sobre o pelouro da protecção civil, que quando eleito tem a possibilidade de assumir ou consignar? Contudo e felizmente para muitos corpos de Bombeiros é que uns não podem viver sem os outros mas, sem preto no branco selado por legislação de imposição e obrigatoriedade de financiamentos mínimos aceitáveis às necessidades, continuamos a ser uns ricos pedintes…

Sobre outras questões, como as distribuições azedas por passagem de validade de produto adquirido pelo Ministério da administração Interna, conforme verificado com as distribuições das viaturas do QREN, a criação da Força Especial de Bombeiros que, limitadas no espaço e no tempo estão resignadas à sua condição de actuação sazonal e que são um produto final dos ataques da oposição ao governo sobre as fragilidades demonstradas nos combates aos grandes incêndios dos Verões transactos, a par de ideia semelhante sobre as equipas de sapadores florestais tuteladas e comparticipadas pelo ministério da agricultura e suas dependências, não me alongo pois daria pano para mangas, prometendo esmiuçar semelhante tema num futuro oportuno.

Até já. Rafael Almeida.

Este artigo é de opinião e é da exclusiva responsabilidade dos intervenientes.

Bombeiros de Foz Côa - Tel. 279 768 100; NOVO email - bombeirosdefozcoa@hotmail.com

domingo, 13 de fevereiro de 2011

O Novo Quartel em acabamentos.







"Também temos direito a uma ambulância de Socorro"

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domingo, 6 de fevereiro de 2011

Domingo com Incêndio Urbano e Acidente Rodoviário


Na passada madrugada de Domingo, pouco depois da 1 hora, uma chamada de socorro cai na central dos Bombeiros de Foz Côa, dando conta de um incêndio que começara numa cozinha de uma habitação, no Bairro Flor da Rosa, situado na zona sul da cidade.
Rapidamente os Soldados da Paz saíram para o local, recorrendo apenas ao uso de um extintor para apagar um exaustor que com o passar dos anos acumulou matéria e pegou fogo. Alem do prejuízo material, os proprietários do imóvel não ganharam para um susto que acontece quando preparavam uma ceia.
No local estiveram 6 Bombeiros com 2 viaturas de combate a incêndios e 2 patrulhas da G.N.R. de Foz Côa que registaram a ocorrência.
Acidente Rodoviário
Pouco depois das 5 horas, um novo alerta dava conta de uma situação de óleo e outros fluidos gordurosos no piso da E.N. 102, próximo do lugar de Pocinho, freguesia de Vila Nova de foz Côa, resultantes de um despiste rodoviário que havia ocorrido momentos antes.
Sem vítimas resultantes do acidente, os Bombeiros de Foz Côa limitaram-se a lavar o asfalto gorduroso, garantindo dessa forma as normais condições de segurança.
De salientar fica o facto de o alerta ter sido dado por um transeunte que passara após a remoção do veículo e não pelos intervenientes, cuja obrigação mínima seria a de alertar as autoridades competentes para o potencial perigo novo acidente.  

"Também Temos Direito a Uma Ambulância de Socorro"

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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Informação

Informam-se todos os elementos do Corpo de Bombeiros, que na página do Bombeiro já poderá visualizar o número de horas de voluntario de cada elemento relativo ao mês de Janeiro, bem como a Escala de Serviço para o mês de Março.
As contabilizações das horas prestadas por cada elemento são quantificadas de acordo com a legenda colocada ao fundo do documento.
Vila Nova de Foz Côa, 1 de Fevereiro de 2011

"Também temos direito a uma Ambulância de Socorro" 
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sábado, 29 de janeiro de 2011

Heli SAV 3 do INEM em Foz Côa – Acidente de Viação provoca 2 vítimas

Pouco antes das 8 horas, os bombeiros de Foz Côa foram accionados pelo número europeu de emergência 112, para uma situação de perda de consciência e mobilidade numa idosa de 82 anos, natural e residente na freguesia de Almendra.

Antevendo uma situação de paragem Cardio-respiratória, o INEM tratou de enviar juntamente com os Bombeiros uma equipa de elementos diferenciados, constatando-se no imediato que o meio diferenciado mais rápido seria o Helicóptero de Suporte Avançado de Vida do INEM que se encontra estacionado em Macedo de Cavaleiros, com a designação operacional de Heli SAV 3, relegando para 2º plano a Viatura Médica de Emergência e Reanimação, vulgarmente denominada de VMER e que se encontra estacionada no Hospital distrital da Guarda, a mais de 1 hora do local.

Apesar de todos os esforços por parte dos envolvidos e da rapidez com que a equipa médica colocou o seu precioso auxílio no terreno, a vítima, encontrada já em paragem Cardio-respiratória e com sinais evidentes de cianose, não recuperou, acabando por ser declarado o óbito pelo médico do INEM.

Acidente de Viação provoca 2 vítimas

Hoje, pouco depois das 15 horas, um aparatoso despiste ocorreu na Estrada Nacional 102, no sentido Foz Côa – Celorico da Beira, próximo da freguesia de Muxagata, mais propriamente na malfadada e sinuosa curva da “Quinta da Canameira”.

A viatura, com 4 passageiros a bordo, entrou em despiste e capotou provocando ferimentos na condutora e no pendura, sendo a condutora a merecedora de maior atenção. As suspeitas sobre os ferimentos apresentados recaíam essencialmente por lesões internas ao nível da coluna vertebral, zona abdominal e dorso lombar, sendo ambas imobilizadas e conduzidas ao Serviço de Urgência Básica de Foz Côa. Ambas as vítimas acabaram por ser enviadas para o Hospital Distrital da Guarda com o objectivo de realizar exames e diagnósticos complementares.

No local estiveram os Bombeiros de Foz Côa, com 2 Ambulâncias e 1 viatura de Salvamento e Desencarceramento.

"Também temos direito a uma ambulância de socorro"

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Será?

Como desde sempre, Foz Côa é especial, pois, apesar de ser um concelho de um distrito da zona centro, o da Guarda e do CDOS (Centro Distrital de Operações de Socorro)  da Guarda; pertence á CCDR (Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional) do Norte, ao INEM (Instituto Nacional de Emergência Médica) do Norte e á ARS (Administração Regional de Saúde) do Norte. Como dizia o saudoso Fernando Pessa "E esta hein..."



Também temos direito a uma Ambulância de Socorro

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

Ambulância de Socorro dos Bombeiros de Foz Côa volta a ficar INOP e compromete socorro.

A velhinha ambulância de Socorro dos Bombeiros de Foz Côa, com a designação operacional de ABSC 02, ficou, durante parte da tarde de ontem, inoperacional por problemas ligados ao sistema de alimentação eléctrica, numa altura em que todas as restantes ambulâncias se encontravam em serviço fora da área de actuação própria, comprometendo seriamente qualquer solicitação de socorro que pudesse ter aparecido. Só a rápida disponibilidade de um especialista na área pode solucionar o problema e a sorte de nada ter acontecido entretanto.
Das 6 ambulâncias de transporte que esta Associação possui, 1 delas tem aproximadamente 18 anos e 800.000 km, outra encontra-se em mudança de motor desde Agosto porque, apesar de ter entrado ao serviço desta instituição á pouco mais de 1 ano era uma viatura em 2ª mão com mais de 600.000 km e as 4 restantes circulam todos os dias entre consultas, transferências inter-hospitalares e urgências/emergências, obrigando os 6 funcionários com a missão de motoristas a revezarem-se pelas soluções.   

Ainda Sobre a Ambulância de Socorro:

A administração do Blog, vem pela primeira vez a publico perguntar para quando o fim desta vergonhosa situação e expressar desta forma a sua revolta.
Não é pela falta de equipamento que os operacionais se queixam, pois a viatura em questão está dotada dos melhores equipamentos do mercado, constando entre outros de 1 monitor de sinais vitais com ECG, PNI, SpO2, Respiração e Temperatura, material de imobilização adulto, pediátrico e neo-natal. A queixa dos operacionais recai essencialmente sobre as características técnicas da viatura na verdadeira acepção da palavra e na falta de alternativa a esta. Com um motor de fraca capacidade face às características exigidas, os Bombeiros vêm-se por vezes a fazer médias de 50 km horários para freguesias a 20 e 30 km de distância. Qualquer inclinação superior a 5% limita a viatura aos 40 km horários, situação que se verifica sempre que se tem de sair da cidade, havendo muitíssimos locais onde a inclinação é bem superior. Para ser ter uma ideia sobre os sinuosos traçados de montanha com que os Bombeiros de Foz Côa lidam diariamente, qualquer das 14 freguesia a sul e a oeste da sede de concelho está acima dos 650 metros, contracenando bem com os 450 metros (Aprox.) do ponto mais alto da cidade.
Questionado sobre este assunto, o presidente da Direcção, António Lourenço, informou a administração do Blog dos Bombeiros de Foz Côa que o presidente do INEM tem conhecimento desta situação, bem como o Presidente da Câmara Municipal, o Ministro da saúde, o Primeiro-ministro e o Governador Civil da Guarda, sendo que este ultimo, há um ano atrás, se comprometeu a solucionar o problema num curto espaço de tempo. Ainda sobre este tema, António Lourenço informou que a actual conjuntura económica não é a melhor para efectuar um investimento deste género e o risco é elevadíssimo, face às restrições actualmente impostas nos transportes de doentes por parte do ministério da saúde, principal forma utilizada pelas Associações de Bombeiros para se financiarem. A par desta situação, as obras do novo quartel estão em fase de acabamentos, pelo que se adivinha um avultado investimento em mobiliário e equipamentos essenciais ao normal funcionamento, condicionando dessa forma qualquer tentativa de aquisição de semelhante viatura.
As desculpas sobre este assunto das autoridades com responsabilidade sobre este caso são de ordem operacional, pelo menos por parte do INEM, referindo-se sempre ao facto de não ser atribuída uma ambulância de socorro aos Bombeiros de Foz Côa, por estes não possuírem um número mínimo exigível de TAS. Pois bem, o facto de os Bombeiros de Foz Côa apenas possuírem apenas 2 TAS prende-se pelo facto de que no distrito da Guarda, este, é o único CB a pertencer ao INEM Porto e nunca, por parte do INEM, foi informado este CB sobre a disponibilidade de formação na zona a que pertence. Durante o mês de Outubro, o INEM Coimbra informou o CB de Foz Côa da abertura de um curso para TAS e prontamente lhes foram enviadas 4 candidaturas que, surpreendentemente, vieram recusadas por não pertencer a esta zona operacional. Na E.N.B., o CB de Foz Côa possui as mesmas 4 disponibilidades em lista de espera, sendo que até ao momento nada foi informado. Em resposta a uma solicitação efectuada pelo presidente da direcção da Associação dos Bombeiros de Foz Côa para o INEM no sentido de encontrar uma solução para a substituição da Ambulância de Socorro, a direcção do INEM informou que, “como os Bombeiros de Foz Côa não possuem operacionais suficientes, com o reconhecimento técnico para tripular uma ambulância de socorro, devem remeter semelhante pedido á Autoridade Nacional de Protecção Civil, sendo esta a entidade responsável pela substituição da viatura”. Colocada a mesma questão aos altos quadros da Autoridade Nacional de Protecção Civil a resposta foi a que seria de esperar, “isso é com o INEM”.
Mas então coloca-se a seguinte questão: o facto de possuir 2 TAS, 1 enfermeiro SIV do INEM que frequentemente efectua serviço de socorro como Bombeiro, 1 médico do SUB de Foz Côa, 1 Bombeira no ultimo ano de medicina e mais de 40 TATs no quadro activo dos Bombeiros de Foz Côa, não serão estes, elementos suficientes para solucionar um problema que nem sequer se prende com o facto do conhecimento ou da operacionalidade, mas sim com o facto de criarem condições condignas para quem quer bem socorrer e para quem quer ser bem socorrido?

Para os operacionais dos Bombeiros de Foz Côa, aqueles que de forma abnegada se esforçam a diariamente dão parte de si em prol dos outros, estes constrangimentos tem de ser perfeitamente compreensíveis, as limitações governamentais tem de ser compreensivas, o desinteresse por parte das autoridades competentes com responsabilidades sobre este assunto também tem de ser compreensivas, as leis e as regras burocráticas que ideologicamente não tem lógica nenhuma também tem de ser compreensivas e pergunta-se, haverá alguém que seja compreensivo com os operacionais?           
É tempo de dar um murro na mesa e dizer BASTA… ASSIM NÃO… ou será que em Portugal há socorro de 1ª e socorro de 2ª? Há tudo para uns e para outros nada? Ou terá que existir uma mostra radical de incompetência e burrice postada no youtube para que alguém se digne a levantar da cadeira e a agir?
Caros amigos, os Bombeiros de Foz Côa apenas querem o Bem para a sua população, apenas desejando que lhes sejam concedidas condições condignas para efectuarem um serviço que é feito com paixão, com suor, com dedicação e com muito sacrifício…
Por estes motivos e como não foi encontrada outra forma de protesto sobre este assunto, a Administração do Blog Bombeiros de Foz Côa resolveu colocar o slogan “Também temos direito a uma Ambulância de Socorro” na zona imediatamente abaixo do título do Blog, por tempo indeterminado.
  
Este artigo é da inteira responsabilidade da Administração do Blog dos Bombeiros de Foz Côa.


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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Viatura Incendiada

A noite passada, na estrada municipal que liga a freguesia de Horta do Douro á freguesia de Custoias, em circunstâncias ainda por apurar, uma viatura foi incendiada e ardeu completamente, sendo só descoberta durante a manhã por um agricultor da freguesia de Horta do Douro que habitualmente utiliza esta rodovia.
As autoridades policiais deslocaram-se ao local para apurar os factos, suspeitando-se até ao momento que o Renault 21 tenha sido furtado e o local ermo, sinuoso e com pouco tráfego tenha sido o ideal para a destruir e abandonar.
Os Bombeiros da cidade foram accionados pela G.N.R. de Foz Côa para auxiliarem na remoção dos detritos e na lavagem do pavimento, garantindo dessa forma as normais condições de segurança.

Assembleia Geral da Associação - Consulte a Pagina dos Sócios ou Clique AQUI

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domingo, 16 de janeiro de 2011

A EQUIPA

A equipa, no final de mais um bem sucedido combate a um incêndio urbano.


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sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Incêndio Urbano


Hoje, pouco antes do meio-dia, deflagrou um incêndio urbano na freguesia de Sebadelhe. O alerta, efectuado por um vizinho, antevia um trabalho difícil e perigoso. A constatação dos factos aconteceu bem antes da chegada ao local, quando os Bombeiros avistaram uma densa coluna de fumo negra, indício evidente das proporções e intensidade das labaredas, que consumiam a velha estrutura do telhado e o recheio das várias divisões. No local, os Bombeiros travaram uma corajosa luta pelo domínio das chamas, estabelecendo como prioridade o arrefecimento e a posterior retirada das 2 garrafas de gás, que se encontravam debaixo dos escombros incandescentes. A habitação em causa, unifamiliar e de piso térreo, ficou completamente destruída por acção do fogo, deixando pelo menos 1 pessoa desalojada.


No local estivem 9 Bombeiros que foram apoiados por 2 viaturas de combate a incêndios e 1 ambulância. Esteve também presente 1 patrulha da G.N.R. do Posto territorial de Freixo de Numão que registaram a ocorrência.
Os Bombeiros até ao momento desconhecem as origens do incêndio, apesar de todos os indícios apontarem para problemas no sistema eléctrico.




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terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Faleceu Adriano Beijoco, Bombeiro de 1ª Classe do Quadro de Honra.

Faleceu hoje, em Vila Nova de foz Côa, Adriano Beijoco, Bombeiro de primeira classe do quadro de honra, aos 72 anos, na santa Casa da Misericórdia, local onde residia actualmente.
Adriano Augusto Beijoco, conhecido pelos Bombeiros como “Brigadeiro”, faz no dia em que faleceu 42 anos desde o seu ingresso, que aconteceu na longínqua data de 11 de Janeiro de 1968, com 30 anos de idade. Dedicado á causa desde os seus 30 anos, nunca a abandonou durante toda a sua vida, chegando a Bombeiro de 1ª Classe a 8 de Fevereiro de 1987, posto onde se manteve até ao dia de hoje. Foi agraciado com a medalha de assiduidade da Liga de Bombeiros Portugueses grau Cobre (1985), Prata (1990) e Ouro (1995) e chegou a ser condecorado por serviços prestados pela Associação Humanitária dos Bombeiros de Foz Côa e pela Federação de Bombeiros do Distrito da Guarda.

Sobejamente conhecido por todos os Soldados da Paz, este antigo Bombeiro de 1ª classe no quadro de honra desde 1998, marcou uma geração de Bombeiros pela sua amabilidade, simpatia, conhecimento e disponibilidade daqueles que são Bombeiros actualmente e com o qual tiveram o privilegio de partilhar serviço. Dedicado á causa desde os seus 30 anos, nunca a abandonou durante toda a sua vida, chegando a Bombeiro de 1ª Classe a 8 de Fevereiro de 1987, posto onde se manteve até ao dia de hoje. Alfaiate de profissão, chegou inclusive a fabricar fardas para os Cadetes e Infantes da altura, demonstrando por eles e pela instituição um carinho e uma dedicação sem limite. Alem de Bombeiro, durante a sua vida foi jogador de futebol onde representou o Grupo desportivo de Foz Côa, Director desportivo e Arbitro da federação de futebol da Guarda.

O Corpo encontra-se em câmara ardente na capela da Conceição, de onde sairá amanha pelas 15 horas para a igreja matriz para uma missa de corpo presente.



Á família do Adriano Augusto Beijoco, a administração do Blogue “Bombeiros de Foz Côa” expressa os mais sinceros pêsames.




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domingo, 9 de janeiro de 2011

Comunicado da Administração

Estimados leitores:

Já se encontram novamente disponíveis os estatutos da Associação Humanitária dos Bombeiros de Foz Côa, que podem ser consultados ao aceder ao link se encontra no canto superior direito da página principal com o titulo de "ESTATUTOS".

Também a página dedicada aos Sócios foi renovada e a Administração do Blogue Bombeiros de Foz Côa promete actualizar mais frequentemente este importantíssimo espaço.  


Para os Bombeiros também temos um novo espaço reservado que será aberto dentro de dias. Na pagina que irá ser criada para os Soldados da Paz, entre outros, irão constar as escalas de serviço e o tipo de serviço destinado a cada elemento, bem como ordens de serviço, circulares internas, comunicados e convocatórias. 
Para aceder a esta página, que como se compreende irá ser restrita, o Bombeiro terá de criar uma conta e solicitar autorização á administração do Blogue através de um pedido para seguinte endereço de correio electrónico:
bombeirosdefozcoa@hotmail.com


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