domingo, 24 de julho de 2011

Incêndios Rurais assolam Foz Côa

A passada madrugada de Domingo revelou-se trabalhosa para os soldados da paz do distrito da Guarda, sendo Vila Nova de Foz Côa, infelizmente, o palco de actuação de mais um acto desta infindável peça teatral.
Pouco passava das 22 horas quando dois alertas, quase em simultâneo, informavam os Bombeiros de Foz Côa para situações de incêndios nas freguesias de Castelo Melhor e Numão, obrigando a um trabalho de laboratório cirúrgico para uma mobilização maciça de operacionais, culminando com mais de 50 Bombeiros estrategicamente divididos e baseados em prioridades, empenhados em acções de extinção.
Se na zona de Vezuvio, freguesia de Numão, o cenário poderia ser mais negro, fruto da quantidade/tipo da matéria combustível, aliado á enorme dificuldade de locomoção e mobilidade, o pior veio a revelar-se nas encostas do Douro, pertença da freguesia de Castelo Melhor, onde os concentrados de finos mortos e matos de baixo perfil foram naturalmente permissivos á rápida propagação e desenvolvimento das frentes, obrigando os Bombeiros a um esforço redobrado para estancar as labaredas, situação que manteve a ocorrência em aberto até ás 16 horas de hoje (Domingo) em acções de rescaldo e vigilância.
Obviamente que, a principal suspeita recai na pratica de renovação de pastagens, pois em ambos os casos existem episódios repetitivos com esse intuito, revelados por indivíduos anteriormente referenciados e detidos pela prática de semelhantes actos.             

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quinta-feira, 30 de junho de 2011

Incêndio Destrói mais uma Bela Paisagem do Douro.


Ontem, pouco depois das 3 horas da madrugada, duas ignições começam em simultâneo e separadas apenas por pouco mais de 4 km – Quinta do Reguengo e Vale do Saião.  

Apenas algumas horas de descanso e acalmia bastaram para que as labaredas voltassem á zona do santuário da padroeira dos Fozcoences e, após 4 tentativas frustradas para realizar os presumíveis intuitos de pintar de negro toda aquela zona, ontem, foi finalmente concretizado.

Toda aquela área e que vai desde a capela da Senhora da Veiga, Quinta do Reguengo e até á entrada do Vale Meão ficou destruída por acção do fogo, sendo contabilizadas 4 ignições nos últimos dias. Obviamente que após 3 inícios de incêndio, aquela zona passou a estar debaixo de olho dos Bombeiros de Foz Côa e da G.N.R. e nem a permanência de ambas as equipas, ontem, até pouco depois da 1 hora da madrugada em toda aquela região foi suficiente para destituir as intenções de tão vil personalidade.

A primeira Equipa de Combate a Incêndios a chegar ao local deparou-se com 2 focos de incêndio, sendo que 1 deles foi estrategicamente bem colocado do ponto de vista do intitulado, deflagrando na pior zona de Combate para os Soldados da Paz, as denominadas zonas de Vale Encaixado e, nem a baixa temperatura que se fazia sentir aliada á elevada humidade relativa, foram suficientes para destituir as labaredas de se desenvolverem no malfadado “efeito de chaminé”.
 
Apesar de um dos incêndios não se ter desenvolvido em grande escala, fruto de diversas condicionantes, o outro requereu principal atenção e foi necessário solicitar ao Centro Distrital de Operações de Socorro da Guarda meios além dos previamente definidos, obrigando dessa forma á concentração nas 2 ocorrências mais de 30 operacionais que estiveram empenhados em acções de combate, rescaldo e vigilância até depois das 11 horas.

No local e além de estarem presentes equipas de combate a incêndios dos Bombeiros de Mêda, Moncorvo, Trancoso, Fornos de Algodres, Figueira de Castelo Rodrigo e a G.N.R. de Foz Côa, a administração do blogue aproveita o momento para desta forma agradecer ao Sr. Presidente da junta de freguesia de Foz Côa, Sr. Fernando Fachada, que, ainda de madrugada, tratou de toda a operação logística indispensável ao combate, garantindo dessa forma uma alimentação decente a todos os operacionais envolvidos. 

Não podemos também de deixar de referir toda a disponibilidade dispensada pelos responsáveis pela Quinta do Vale Meão que acompanharam e apoiaram incansavelmente todo o processo de extinção, colocando á disposição do comandante das operações de socorro toda a infra-estrutura da herdade, recursos hídricos e maquinaria rural e agrícola.          

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quarta-feira, 29 de junho de 2011

Incêndio

No passado Domingo, com temperaturas nocturnas a rondarem os 26 graus às 01 horas e após uma actuação durante o período da tarde na freguesia de Urros, Concelho de Torre de Moncorvo, por parte da Equipa de Combate a Incêndios de Foz Côa, operacionalmente denominada de ECIN, que foi para ali deslocada com o intuito de prestar auxilio ao Corpo de Bombeiros da área no Combate a um violento incêndio florestal que destruiu dezenas de hectares de floresta, depararam-se com uma ignição na zona da Capela da Nossa Senhora da Veiga, no lugar de Cortes da Veiga, Concelho de Foz Côa.
Obviamente que, a força da natureza que deplorou semelhante inimigo ou o mais ignóbil dos homens que considera a pratica ancestral como correcta e legal, voltou a evocar as chamas já na noite imediata, seguindo uma tabela metódica no que diz respeito ao horário e obrigou os Bombeiros a uma deslocação ao mesmo local mas em sítios diferentes, pouco depois da 1 hora da madrugada.

Mas se nestes dois casos a triangulação efectuada pelo Centro Distrital de Operações de Socorro (CDOS) da Guarda e que implica a deslocação de 2 Corpos de Bombeiros vizinhos com proximidades aos locais de sinistro, situação prevista e regulamentada em Dispositivo Operacional Nacional (DON) não serviu para aquecer, o dia de terça-feira tornou-se bem complicado.

Durante a tarde de terça-feira a ECIN dos Bombeiros de Foz Côa foi solicitada pelo CDOS da Guarda para auxílio a um incêndio na freguesia de Almofala, Concelho de Figueira de Castelo Rodrigo. Como o incógnito autor dos feitos anteriores teve a percepção de que o grau de destruição durante o período nocturno é menor comparativamente com o do período diurno, possuiu a habilidade de iniciar uma nova ignição durante a tarde desta terça-feira, apanhando os Soldados da Paz desprevenidos em situação de resposta imediata, perdendo-se preciosos segundos na angariação de voluntários para efectuar uma primeira abordagem o que permitiu às labaredas uma livre actuação, vindo a criar com isso uma situação de combate difícil e moroso. Como o desempenho dos meios aéreos em primeira intervenção só se vai verificar no concelho de Foz Côa após o dia 1 de Julho, todo o trabalho efectuado foi-se tornando mais complicado e só mesmo com a dedicação dos Bombeiros de Mêda, Moncorvo e Foz Côa foi possível, já depois das 22 horas, entrar numa situação de domínio das chamas e iniciar o processo de rescaldo e consequente vigilância.

Infelizmente que os malfadados incêndios já começaram no nosso Concelho, aguardando com alguma expectativa que isto não passe de “fogo-de-vista”.         

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quarta-feira, 22 de junho de 2011

Aniversário

Tudo começou em 14 de Janeiro de 1934. Nesse dia, uma vintena de homens, com umas fardas de ganga, apresentaram-se nos Paços do Concelho, para afirmar que estavam ao serviço dos outros, dando a vida por vida se assim fosse necessário.

Pelas 14 horas desse dia de Janeiro de1934, uma girândola de foguetes anunciava o nascimento da Associação Humanitária dos Bombeiros de Vila Nova de Foz Côa.

Dentro do salão nobre do Município, umas palavras de apoio e incentivo foram proferidas aos homens comandados pelo Sr. José Joaquim Fonseca Almeida Pinheiro.
Após a sessão solene, um exercício de incêndio regalou os presentes e um fotografo da terra registou para a posteridade as fotografias dos rostos destes heróis.

Embora nascidos em 14 de Janeiro de 1934, só mais tarde è que se legalizaram, sendo os estatutos reconhecidos oficialmente no dia 22 de Junho desse mesmo ano.

Obrigado aos Srs. José Pinheiro (1º Comandante); José Salgado de Andrade (1º Presidente); Luís Jr. (Chefe); António Pires, Adolfo Pais, António Fonseca, José Centeio, Jacinto Abrunhosa, Manuel Batista, António Seco, Adriano Manteu, Orlando Velho, António Dias, Armando Guindeira, Luís Pascoal, José Marçal, Antero Pires, Alexandrino Sousa, António Fachada e Amândio Pires (Bombeiros).

'São 77 anos de orgulho, de um passado glorioso, de um presente vitorioso e com um futuro promissor. - Sr. Presidente da Direcção;
António Lourenço'

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terça-feira, 14 de junho de 2011

Despiste de Carrinha Provocou 2 Feridos Graves


Ontem, Segunda-feira, pouco depois das 10 horas da manhã, uma aparatosa saída de estrada na E.N. 222 entre a freguesia de Touça e Sebadelhe, provocou 2 feridos com alguma gravidade.
O veículo em questão, que circulava no sentido Touça – Sebadelhe despistou-se quando e segundo os relatos do condutor, perdeu momentaneamente os sentidos o que levou a carrinha ligeira de mercadorias a sair da faixa de rodagem e a ficar imobilizada num terreno agrícola em perfeitas condições, dificultando a percepção do ocorrido aos transeuntes. O alerta foi dado por um cidadão que se apercebeu do sucedido após um sinal gestual efectuado por um dos feridos, solicitando de imediato a presença dos Soldados da Paz.
 
Apesar do habitáculo do veículo não apresentar qualquer deformação nem a estrutura exterior possuir indícios evidentes de embate violento, ambos os ocupantes, um casal residente numa freguesia do Concelho de Foz Côa, apresentavam-se com queixas ao nível torácico, abdominal e zona dorso-lombar, acabando a sua saída por ser realizada de forma controlada com recurso ao colete de extracção e sem necessidade de desencarceramento, procedendo-se á posteriori às respectivas imobilizações.

Após passagem de dados, protocolo obrigatório e efectuado para o Centro de Orientação de Doentes Urgentes vulgarmente denominados por CODUs, os sinistrados foram encaminhados directamente para uma unidade central e diferenciada em trauma, neste caso o Hospital Distrital da Guarda. Durante o percurso uma das vítimas alterou o seu prognostico clínico, o que obrigou á solicitação ao CODU de apoio diferenciado, acabando por ser prestado pela Viatura Medica de Emergência e Reanimação da Guarda.    
      

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sábado, 11 de junho de 2011

Insólita Colisão Provoca ferido grave

Na passada Sexta-feira, perto das 15 horas, uma colisão entre 2 veículos vulgarmente denominados de “sem carta” e modelo agrícola/mercadorias, provocaram um capotamento e como consequência um ferido considerado grave. As colisões entre os envolvidos deram-se numa manobra de ultrapassagem mal calculada já na sua recta final.
No local e no momento do acidente circulavam transeuntes que deram o alerta e, inconsequentemente, retiraram os 2 ocupantes do veículo capotado sem os normais procedimentos estabelecidos, agravando, provavelmente, o estado clínico da vítima que se apresentava com queixas de lesões na coluna dorso-lombar e zona torácica.
Os Bombeiros realizaram os procedimentos protocolares e transportaram para a urgência básica da cidade de Foz Côa, acabando por ser enviada para o Hospital Distrital da Guarda com acompanhamento médico por uma ambulância de transporte dos Bombeiros de Foz Côa.
 
De referir ainda e salientar pela negativa todo o processo de resolução por parte do INEM na pessoa do seu organismo representativo operacional que é o CODU, criando fricção com os elementos diferenciados e com o Comandante de Operações de Socorro dos Bombeiros por não ter existido uma passagem de dados no local e/ou antes da entrada da vítima na unidade de saúde de Foz Côa, aferindo que em situações desta natureza e obviamente que falamos única e exclusivamente em trauma, os Bombeiros com a vítima deveriam ter sido deslocados, directamente para uma unidade de saúde diferenciada em trauma, solucionando como possibilidade a valência do Hospital de Vila Real. Nem mesmo a informação que no local os operacionais estavam impossibilitados de comunicar via telefone por motivos que são completamente alheios aos Bombeiros de Foz Côa e que a vítima se encontrava hemodinâmicamente instável com suspeita de pnemotórax aliviou a carga expressiva do operacional CODU, acusando os Bombeiros de estarem a criar desgastes desnecessários nos meios e nas ambulâncias. Sobre todas estas constatações apenas se podem conjugar 8 letras com um único sentido expressivo: Ridículo.   

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terça-feira, 7 de junho de 2011

Comandante Aníbal Pede Passagem ao Quadro de Honra

Aníbal Augusto Cabral Almeida de Carvalho, nascido na freguesia de Penedono no ano de 1946, exerceu as funções de elemento de Comando na Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Foz Côa desde 1985 até ao passado dia 15 de Maio de 2011.

No ano de 1985, o então cidadão Aníbal Carvalho foi convidado pelo Comandante Francisco Gouveia, entretanto já falecido, para orquestrar com ele no quadro de Comando o cargo de Adjunto de Comando.


Nos primeiros meses do ano de 1999 o então Adjunto de Comando Aníbal Carvalho é proposto pelo antigo presidente da direcção António Sebadelhe a ocupar o cargo de Comandante, sendo a incumbência homologada á posteriori pelo Inspector Regional de Bombeiros do Norte.

Ao longo destes 26 anos ao serviço dos bombeiros e da comunidade, contribuiu ininterruptamente, com dedicação, competência, zelo, assiduidade, obediência e correcção, para o engrandecimento e prestígio do Corpo de Bombeiros Voluntários do Concelho de Vila Nova de Foz Côa.

Foi sempre uma referência para os bombeiros mais novos, sendo que no seu mandato foi criada a primeira e até então única escola de Cadetes e Infantes, jovens que se mantiveram no Corpo de Bombeiros até então e são actualmente os graduados da instituição, mas eternamente seus pupilos.

 Desempenhou com grande mérito, as funções de responsável pela juventude, Cultura e Desporto deste Corpo de Bombeiros, promovendo actividades que dignificaram o voluntariado e contribuiu para manter a coesão dos elementos que a integravam.

Esteve sempre presente nos momentos mais difíceis deste Corpo de Bombeiros, incentivando os seus operacionais a darem sempre o máximo e o melhor, contribuindo dessa forma para apaziguar situações esporádicas de divergências de opiniões.

 A sua presença nas instalações dos Bombeiros era fortificante, pois tratava-se de um elemento de prestígio e de elevada experiência, demonstrando sempre disponibilidade imediata para dialogar sobre tudo e com todos num ambiente familiar.   

Aníbal Carvalho é um símbolo da pureza no voluntariado, para os mais jovens, um exemplo a seguir na nobre missão humanitária e para os mais velhos, obviamente com uma cota de responsabilidade bem mais elevada, uma referencia e um ícone que os acompanhará sempre no seu futuro.

Foi agraciado pela Liga de Bombeiros Portugueses com as medalhas de Assiduidade Grau Cobre, Prata e Ouro. Foi também condecorado pela Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Vila Nova de Foz Côa e pela Federação de Bombeiros do Distrito da Guarda por serviços prestados. 
   
Por motivos pessoais e regulamentares, o Comandante Aníbal, como carinhosamente é conhecido por todo o distrito da Guarda, pediu a exoneração do cargo que ocupa desde 1999, passado então a integrar, como Comandante, o quadro de Honra da Associação Humanitária dos Bombeiros de Foz Côa.    


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terça-feira, 31 de maio de 2011

Colisão Frontal Provoca 3 Feridos

Esta Terça-feira, uma aparatosa e brutal colisão frontal provocou 3 feridos ligeiros, sendo que 1 deles ficou encarcerado na viatura, obrigando ao corte do trânsito por mais de 1 hora.
Pouco passava das 9 horas quando os Bombeiros de Foz Côa foram accionados para uma situação de acidente envolvendo 3 viaturas na Estrada Nacional 102, mais concretamente no sinuoso traçado do “Montragão”, acesso que liga a cidade de Foz Côa á freguesia de Freixo de Numão.
O alerta, que chegava de forma especulativa e escasso na veracidade de factos, criou imediatamente uma expectativa diferente daquela que felizmente se veio a verificar, obrigando os Soldados da Paz á reunião massiva de elementos com recurso ao toque de sirene e á solicitação ao Centro Distrital de Operações de Socorro de apoio de operacionais dos Bombeiros vizinhos. O INEM, baseado nos mesmos prenúncios, informou os elementos que se deslocavam para o sinistro que estava a ser mobilizado em apoio diferenciado o Helicóptero estacionado em Aguiar da Beira.    
Já no local e após uma primeira abordagem às vítimas no sentido de realizar uma triagem para definir prioridades, as informações foram chegando na plenitude da verdade e o meio aéreo que se prestava a facultar apoio foi abortado.
Constatados todos os factos, apenas 2 das 3 viaturas apresentavam feridos, sendo que 1 delas apenas apresentava um ataque de pânico pela situação vivida. Na outra viatura onde seguiam dois idosos, a ocupante do condutor e mulher do mesmo apresentava-se com queixas ao nível torácico e após extracção controlada, seguiu directamente para o Hospital Distrital da Guarda por indicação CODU. O condutor, encarcerado nos escombros do tipo mecânico foi a vítima mais trabalhosa devido á necessidade que houve para a criação de espaço, criando dessa forma possibilidades imprescindíveis a uma extracção controlada. Contudo e apesar de todo o aparato criado, este sinistrado apenas apresentava lesões oculares que provavelmente foram provocadas pelos estilhaços do embate.    
  
A administração do Blogue dos Bombeiros vem deste modo aproveitar o momento para demonstrar desagrado pela forma como a sociedade civil satisfaz o seu desejo de curiosidade, que, por cada vez que a sirene efectua o chamamento dos seus operacionais ou ecoa nas ruas da cidade como forma defensiva de circulação rodoviária, nesciamente entopem, literalmente, a linha de emergência dos Bombeiros de Foz Côa. Compreendemos que por momentos as pessoas se possam sentir preocupadas pois, nos imediatos, tudo possa e deva ser colocado em questão, mas esta é, sem dúvida nenhuma, a pior maneira de saber o que quer que seja. Esperamos compreensão sobre este assunto.
No local estiveram 11 Bombeiros, 3 ambulâncias, 1 viatura de salvamento e desencarceramento e 1 patrulha da GNR que, durante todo o processo de socorro, desenvolveu um trabalho fundamental á segurança dos Bombeiros.    

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sábado, 28 de maio de 2011

Fotos de Ocorrências









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Violenta trovoada provoca estragos em Freixo de Numão

A passada noite de Sexta-feira foi de pânico e destruição na freguesia de Freixo de Numão. Segundo o que foi possível apurar junto de populares e pela voz do presidente da junta de freguesia “nunca foi visto nada assim”, “ a tromba de água que acompanhou a trovoada foi, sem dúvida alguma, a pior já vista por estes lados” – referiu aos Bombeiros o Presidente da Junta.
Os Bombeiros, que receberam mais de uma dezena de solicitações, não tiveram mãos a medir e durante largas horas retiraram de algumas habitações milhares de litros de água que, devido á enorme concentração num curto espaço de tempo não teve escoamento possível. A par dessa situação, várias pedras e terras foram arrastadas com a força da água e a estrada de acesso á freguesia de Freixo de Numão, no sentido Foz Côa – Freixo de Numão, esteve condicionada até á tarde de Sábado, altura em que os Bombeiros, com recurso a uma maquina retroescavadora e á alta pressão dos sistemas acoplados dos veículos tanques, conseguiram retirar toda a terra e lama que estagnou no faixa rodoviária.   


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segunda-feira, 23 de maio de 2011

Fim-de-semana com registos de Incêndios Rurais

O passado Sábado, os bombeiros de Foz Côa registaram a sua primeira ocorrência de 2011 no que diz respeito aos incêndios rurais. Pouco antes do meio-dia, o alerta efectuado por um popular informava os soldados da paz da ocorrência de uma ignição em zona de mato, na freguesia de Freixo de Numão, mais concretamente na zona do “Prazo”.
Contudo, a rápida actuação da equipa de combate a incêndios, operacionalmente denominada de ECIN*, foi mais do que suficiente para dominar as labaredas, circunscrevendo a área destruída a pouco mais de meio hectare.    
   
No Domingo, pouco depois das 16 horas, novo alerta de incêndio mas desta feita a verificar-se na freguesia de Castelo Melhor, mais concretamente no conhecido sopé do monte Gabriel, zona bastante fustigada pelos incêndios no ano passado e com um combustível composto essencialmente de finos mortos, matéria mais do que suficiente para uma rápida propagação.
Provavelmente e como consequência de alerta tardio e não da sua matéria combustível, a área que se apresentava aos Bombeiros já era considerável mas, por efeito das circunstâncias climatéricas que se verificavam no local, o incêndio até foi de fácil domínio e a única equipa de 5 elementos destacada foi suficiente.

*ECIN – Denominação Operacional de Equipa de Combate a Incêndios – Composta por 5 elementos, sendo 1 deles condutor e outro chefe de equipa. As equipas estão activas 24 horas por dia, mantendo-se no quartel ou em missão de patrulhamento pelas áreas florestais com maior probabilidade de eclosão de incêndios. Aos elementos que se disponibilizem a integrar as ECIN’s o Estado Português atribui um compensatório de despesa de € 1,70 por hora.  
Em Vila Nova de Foz Côa a ECIN estará disponível desde o dia 15 Maio (Fase Bravo) até dia 15 de Outubro (Fase Charlie – Julho, Agosto, Setembro e Fase Delta – Outubro).


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sábado, 21 de maio de 2011

Sexta-feira marcada por violenta colisão e atropelamento

Ontem, pelas 15 horas, uma violenta colisão entre uma viatura ligeira e uma viatura pesada, na estrada municipal 541 que liga a cidade de Foz Côa á freguesia de Custoias, provocou um ferido ligeiro.
O alerta, efectuado por um transeunte, indiciava uma situação de encarceramento do tipo “mecânico”, situação em que a vítima não apresenta lesões que incapacitem mobilidade mas que se encontra enclausurada devido á deformação do veículo, não conseguindo portanto sair pelos próprios meios.

Imediatamente os Bombeiros saíram para o local com os meios necessários, sendo á posteriori apoiados pelo Heli 3 do INEM que se encontra estacionado na base permanente de Macedo de Cavaleiros.

Já no local e com a equipa em trabalhos de desencarceramento, constataram-se os factos pronunciados sobre o estado clínico do acidentado, justificando mesmo assim o recurso ao afastamento dos escombros, criando dessa forma o espaço necessário e suficiente para se proceder a uma extracção controlada.

 Apesar de tudo e após avaliação feita pelos elementos diferenciados do INEM que tripulam no meio aéreo, a sinistrada, acabou por ser transferida para o Hospital Distrital da Guarda, local onde lhe foram realizados exames de despistagem de suspeita de fractura numa mão, entre outros.

No local estiveram presentes 7 Bombeiros com 1 Ambulância, 1 veículo de Salvamento e Desencarceramento e a GNR de Foz Côa e Freixo de Numão que realizaram um trabalho notável no que diz respeito às restrições ao espaço de segurança, colocando sempre a curiosidade popular na barreira estipulada, criando dessa forma condições satisfatórias á realização de um serviço que culminou com o êxito desejado.   


Ainda em recuperação da ocorrência acima descrita, um novo alerta era enviado para a sede dos Bombeiros de Foz Côa, informando de uma situação de atropelamento na freguesia de Almendra.   
Os mesmos elementos que haviam estado na resolução do acidente e que ainda não tinham chegado á unidade foram imediatamente desviados para o local, deparando-se com uma vítima de apenas 6 anos, que sofrera um embate frontal de um veículo ligeiro de mercadorias.

Apesar do choque ter sido a pouca velocidade, a força impulsionada foi suficiente para projectar o pequeno corpo alguns metros, provocando-lhe uma abrupta queda com a cabeça na calçada. As suspeitas de lesões recaíram essencialmente sobre traumatismo crânio-encefálico que, mesmo sem ferimentos visíveis, os indicativos apresentados aos socorristas durante a realização do exame á vítima foram mais do que suficientes para as conjecturas finais.  
   
O miúdo foi cuidadosamente imobilizado em plano duro pediátrico tipo “pedilock” e transportado para o Hospital Distrital da Guarda para a realização de exames pormenorizados e observações específicas, minimizando dessa forma a exposição aos comuns raio X, não muito aconselhados nestas idades.     


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quinta-feira, 19 de maio de 2011

Um em sete casos de AVC acontece durante o sono


Ocorrência enquanto se dorme dificulta tratamento


Um estudo publicado na revista “Neurology”adverte para o facto de um sétimo dos AVC ocorrer durante o sono, o que reduz as probabilidades de os pacientes chegarem ao hospital a tempo de um tratamento eficaz.

Investigadores da Universidade de Cincinnati, nos EUA, analisaram, ao longo de um ano, todos os casos de AVC isquémicos – provocados pelo bloqueio de um vaso sanguíneo ou de uma artéria, o que impede a corrente sanguínea de atingir partes do cérebro – que deram entrada nas urgências dos hospitais da região metropolitana de Cincinnati e no Norte do estado de Kentucky.

Entre os 1854 adultos que sofreram AVC isquémico, em 14 por cento dos casos as pessoas acordaram com sintomas de AVC. De acordo com este levantamento, a percentagem é a mesma, independentemente do sexo, estado civil e de factores de risco como tensão arterial elevada, diabetes, tabagismo ou colesterol alto.
“Como o único tratamento para o AVC isquémico deve ser administrado dentro de poucas horas após os primeiros sintomas, quem acorda com os sintomas, muitas vezes, não pode ser tratado, já que não sabemos quando começaram os sintomas”, explicou Jason Mackey, um dos autores do estudo.

Acrescentou ainda que "estudos de imagiologia estão a ser realizados agora para nos ajudar a desenvolver melhores métodos capazes de identificar quais as pessoas mais susceptíveis de beneficiar do tratamento, mesmo que os sintomas aconteçam durante a noite."


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segunda-feira, 16 de maio de 2011

Palestra sobre doença de Alzheimer

Sexta-feira, pelas 14 horas, no Centro Cultural de Foz Côa, os alunos do “Grupo da área de projecto do Ensino Secundário” do Agrupamento Vertical de Escolas de Vila Nova de Foz Côa, vão levar a cabo uma iniciativa de esclarecimento e sensibilização para o serio problema sobre a doença de Alzheimer, contando para isso com a preciosa intervenção do conterrâneo Neurologista Doutor Filipe Palavra.

A entrada no espaço é gratuita e aberta ao público geral.



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