
O alerta, que chegava de forma especulativa e escasso na veracidade de factos, criou imediatamente uma expectativa diferente daquela que felizmente se veio a verificar, obrigando os Soldados da Paz á reunião massiva de elementos com recurso ao toque de sirene e á solicitação ao Centro Distrital de Operações de Socorro de apoio de operacionais dos Bombeiros vizinhos. O INEM, baseado nos mesmos prenúncios, informou os elementos que se deslocavam para o sinistro que estava a ser mobilizado em apoio diferenciado o Helicóptero estacionado em Aguiar da Beira.
Já no local e após uma primeira abordagem às vítimas no sentido de realizar uma triagem para definir prioridades, as informações foram chegando na plenitude da verdade e o meio aéreo que se prestava a facultar apoio foi abortado.
Constatados todos os factos, apenas 2 das 3 viaturas apresentavam feridos, sendo que 1 delas apenas apresentava um ataque de pânico pela situação vivida. Na outra viatura onde seguiam dois idosos, a ocupante do condutor e mulher do mesmo apresentava-se com queixas ao nível torácico e após extracção controlada, seguiu directamente para o Hospital Distrital da Guarda por indicação CODU. O condutor, encarcerado nos escombros do tipo mecânico foi a vítima mais trabalhosa devido á necessidade que houve para a criação de espaço, criando dessa forma possibilidades imprescindíveis a uma extracção controlada. Contudo e apesar de todo o aparato criado, este sinistrado apenas apresentava lesões oculares que provavelmente foram provocadas pelos estilhaços do embate.

No local estiveram 11 Bombeiros, 3 ambulâncias, 1 viatura de salvamento e desencarceramento e 1 patrulha da GNR que, durante todo o processo de socorro, desenvolveu um trabalho fundamental á segurança dos Bombeiros.
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